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sábado, 30 de novembro de 2013

Bullying. Esse tal de preconceito...

**By Rô Carvalho**

Todo mundo fala em Bullying hoje em dia,inventaram tantas formas de preconceito que é até difícil saber hoje em dia, o que não se discrimina...Se formos pensar bem, sofremos preconceito todos os dias, é quase que anormal alguém dizer que nunca foi discriminado, e é quase impossível de se fazer valer os direitos referentes ao ato de ter sofrido preconceito. 
Como sempre afirmo,não posso falar sobre como se senti uma pessoa que sofre bullying, posso falar de mim,quando por diversas vezes foram preconceituosos comigo.
Acho que desde a tenra idade sofri algum tipo de Bullying, acabei que criei defesas em mim, por que nunca foram punidos quem praticou esse ato comigo,(entenda-se justiça terrena, por que a Divina se fez valer).
Os padrões estéticos da moda atual, já exclui qualquer pessoa normal de se enquadrar na beleza proposta pela mídia, por que como uma mulher poderá se equiparar a uma modelo de passarela? É quase impossível,hoje em dia,pois as modelos de passarela,são quase anoréxicas, são tão esqueléticas que chego a pensar que beleza é essa,que se gosta de osso puro? rsrs Perdoem-me *lindissímas* modelos,mas é a verdade do que penso, não paro só nesse padrão, vem outro também bem exposto pela mídia, que é aquele da mulher vitrine de açougue, rsrs...É tanta mulher com nomes de frutas, etc, que me perco a imaginar que vende-se um produto hoje em dia chamado MULHER. Nem todas possuem condições financeiras de se colocar um silicone, fazer uma abdominoplastia, retocar e enxertar as nádegas de silicone, fazer pillying facial mensalmente, andar sobe um salto 15, e usar Dolce Gabanna...Não gente, esse padrão não se encontra nas ruas das cidades normais e pobres de interior. Mas por incrível que pareça, muitos ainda vão em busca dessa imagem criada pela mídia.
Existe pessoas que discriminam outras por serem NEGRAS, isso aqui no Brasil,onde toda população na maioria é descendente de NEGROS africanos, que vieram para o Brasil como escravos, pessoas que só por terem a pele clara,esquecem que seus antepassados estiveram com o pé na senzala,mas mesmo assim, não se dão conta disso, e repudiam os NEGROS...rsrsrs...repudia-se a si mesmo não é verdade? Ou será preciso fazer uma arvore geneológica? Bom, não sou LINDA de viver nos padrões da moda e da midia, estou e sempre estive cheinha, sou mulher que tem carnes fartas rsrssrs...e ainda sofro por estar chegando na idade da LOBA, e sofro por ser pobre, aff...rsrsrs...Sempre existirá alguém que irá me ver de uma forma depreciativa, é do ser humano,criticar, ridicularizar e humilhar os outros...Hoje em dia a forma mais aplicada nos preconceitos, é a forma velada, como assim? São as sutis indiretas, as delicadas piadinhas, os pequenos apelidos, os olhares...rsrsrs...Uma coisa que admiro em mim a forma como identifico quem se agrada da minha pessoa, e quem não se agrada...Graças as experiências de vida, eu adquiri anti corpos que me defendem dessas pequenas atitudes humanas de seres ainda não evoluídos...e que não procuram evoluir.
Vou abordar alguns preconceitos que hoje são mais frequentes,não a minha pessoa, vou explanar no geral:
 
Fonte Racismo.(www.racismo.com.br)

“Nenhum racismo é justificável, mas o ressentimento dos negros é. Construiu-se durante todos os anos em que a última nação do mundo a acabar com a escravatura continuou na prática o que o tinha abolido no papel”

Por Luis Fernando Veríssimo*
povo negro

O negro pode dizer – distinguindo com nitidez preconceito de discriminação – “Não precisa me amar, só me dê meus direitos”. (Luis Fernando Veríssimo)
Preconceito racial e discriminação racial são duas coisas diferentes.
O preconceito é um sentimento, fruto de condicionamento cultural ou de uma deformação mental, mas sempre incorrigível.
Não se legisla sobre sentimentos, não se muda um habito de pensamento ou uma convicção herdada por decreto.
Já a discriminação racial é o preconceito determinando atitudes, políticas, oportunidades e direitos, o convívio social e o econômico.
Não se pode coagir ninguém a gostar de quem não gosta, mas qualquer sociedade democrática, para desmentir o nome, deve combater a discriminação por todos os meios – inclusive a coação.
Não concordo com quem diz que uma política de cotas para negros no estudo superior é discriminação.

“Bullying” faz obesa pedir demissão



A maioria dos gordos já passou pela experiência de ser “zoado” pelos colegas de trabalho. Piadinhas, comentários maldosos, isolamento… nem sempre a coisa fica no território da simples brincadeira.
Recentemente, foi notícia o caso da analista de Recursos Humanos Anna Flávia Gomes, de 28 anos, de Cubatão (São Paulo). Após ser alvo de piadas (muitas vezes ofensivas), acusada de ser “comilona” e até preterida na distribuição de tarefas, ela resolveu pedir demissão.
Em entrevista para o portal G1, Anna disse que começou a se isolar dentro da empresa, evitando até almoçar com seus companheiros de trabalho ou participar das festas de final de ano. Depois da demissão, ela se matriculou em uma academia de ginástica, onde, segundo afirma, encontrou um ambiente tão hostil quanto, já que ela e sua irmã eram as únicas obesas e também as que recebiam menos atenção e apoio dos instrutores.
Na mesma reportagem, uma psicóloga explicou que a atitude de Anna é a de pessoas que não são capazes de enfrentar situações adversas e que a solução seria ela se impor e enfrentar os colegas, não aceitando esse “bullying”. Segundo a psicóloga, os companheiros de trabalho de Anna só agiram dessa forma porque perceberam sua fraqueza.
O assunto é complicado e polêmico. Por um lado, há pessoas que têm dificuldade de reagir a esse tipo de ofensas e preconceito. Por outro lado, “fugir” não resolve o problema, que pode ocorrer de novo e com mais intensidade, já que a pessoa já está abalada. Por isso perguntamos aos leitores do Papo de Gordo: Como vocês agiriam se passassem por essa situação?

Preconceito no mercado de trabalho


Fonte: Vila Mulher.(www.vilamulher.com.br)
Ter boa qualificação profissional, saber trabalhar em equipe e ser uma pessoa pró-ativa, alguns dos pré-requisitos exigidos pelos recrutadores em um processo seletivo. Mas em certas empresas, apenas isso não basta.
 
Infelizmente, o preconceito ainda existe. Elas também exigem que o candidato tenha menos de 40 anos ou ainda a aparência física que a empresa quer.
Depois de concluir a faculdade de Administração de Empresas, Ana Oliveira participou de vários processos seletivos, principalmente nas áreas financeira e de recursos humanos. Entre provas e dinâmicas, ela sempre conseguia chegar na reta final. “Em algumas delas era preciso formar equipes, sendo que um concorrente era escolhido para gerenciar os grupos. Eu sabia que tinha capacidade de liderança, mas muitas vezes não era escolhida por ser gordinha”.
Em uma entrevista Ana chegou a ouvir do psicólogo a seguinte questão: “Ele me perguntou, na lata, porque era gordinha. Se isso era genético, se minha família tinha problemas de peso, e se eu estava fazendo algo para emagrecer, como se isso fosse um empecilho para a vaga”, conta
“Ninguém é obrigada a ser magro, jovem ou ter determinada orientação sexual. Bons times, nas empresas, são constituídos por pessoas diferentes. Pessoas nos cargos de chefia que buscam apenas a semelhança são comprovadamente incompetentes”, ressalta Suely Pavan, especialista em Recursos Humanos e diretora da Pavan Desenvolvimento.
Quando o assunto é idade, o que se observa é o atraso de muitas empresas, mesmo com o aumento da expectativa de vida do brasileiro. Heloisa Helena Leal, de 48 anos, não foi chamada por conta disso. Para a consultora jurídica, que contou a sua história na comunidade Vila Mulher, conhecimento e a inteligência emocional de profissionais mais velhos têm sido fator de êxito nas empresas, especialmente para cargos que exijam uma carga de responsabilidade e pressão muito fortes.
“É preciso disseminar cada vez mais o fato de que estes profissionais "mais velhos", em sua maioria, não são cheios de idéias pré-concebidas, nem vivem do passado. São profissionais capazes de acompanhar a evolução, se adequar a ela e, principalmente, entender o novo”, afirma.
Suely compartilha da mesma opinião e acrescenta que muitas empresas escondem o preconceito em relação aos candidatos mais velhos. “Apesar de ser ilegal colocar limites etários, verifica-se que alguém que passou dos 34 anos já é um velho para o mercado de trabalho brasileiro. Mesmo quando as empresas, devido à ilegalidade, não colocam uma faixa etária na divulgação da vaga, no momento do processo seletivo ocorre essa barreira”, protesta.
Parte da culpa também vem dos profissionais de recursos humanos que, ao invés de buscar o profissional mais adequado à vaga, se valem de preconceitos para a contratação. Na opinião da psicóloga, quem trabalha com RH poderia questionar as empresas nesse sentido.
“Quem foi que disse que pessoas mais velhas são improdutivas? O preconceito está sempre entremeado naquilo que deveria ser apenas uma aferição de caráter profissional, que nada tem a ver com cor, sexo, religião ou idade”, ressalta a psicóloga.
Também cotidiano das empresas, a discriminação por causa da idade ainda continua. Conforme a psicóloga, normalmente muitos jovens são escolhidos para as promoções. Qualificação, disponibilidade e acesso à tecnologia estão entre os motivos alegados. 

Poderia ficar postando todos os tipos de preconceito que o Dr.Google me aponta nas buscas,mas acho que já me fiz entender.

O que quis mostrar nesse post é que infelizmente,nenhum de nós está fora do alcance de um preconceituoso. Mas lógico,tudo dentro de seu bom senso, podemos ver aquilo que pode ser modificado, e quando esse preconceito for de encontro a seus direito de cidadão, pode sim dentro da Lei ser avaliado, e reparado...Mas não é gente como já disse sair por aí achando que tudo é preconceito com você, como disse é ter um senso de analise e de observação, tem atitudes de pessoas que podem ser evitadas, quando se sentir ofendido por algo que lhe foi dirigido, tente observar duas coisas importantes, (a psicanálise ensina) o grau do preconceito feito, e o que a pessoa que lhe dirigiu esse preconceito é. Filtrando esses dois pontos, podemos tirar conclusões de que se deve ou não relevar a atitude sofrida.

Trabalhei em uma empresa a alguns anos atrás,muito tempo atrás mesmo,e nessa época eu estava bem gordinha, a dona da empresa,colocava dietas na minha mesa, quando chegava os uniformes,ela dizia que não iria pedir um número maior por que ela não queria uma gorda trabalhando na sua empresa. Vivia dizendo para eu pintar meus cabelos de outra cor, me dava maquiagens para eu usar todos os dias...enfim foi muito tempo convivendo com esse Bullying, até que chegou o dia que eu simplesmente cansei e meu emocional já estava abalado, minha auto estima péssima...Misteriosamente ao sair comecei a perder peso rsrsrs Naquela época se eu fosse conhecedora de meus direitos teria entrado com um processo para obter uma indenização,mas resolvi deixar quieto e aproveitar minha paz de espírito...Uma coisa é certa, eu cresci muito com esse acontecimento, tudo na vida é uma aprendizagem e devemos aproveitar até dos momentos ruins para se evoluir como ser humano. 
        

Leitores amigos, agradeço pela visita e que Deus continue a nos ensinar todos os dias que não somos melhores que ninguém...

Bjos...

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